Se queda de Cunha for iminente, ele chuta o pau da barraca e aceita o pedido de impeachment de Dilma. Se a aceitação do pedido de impeachment de Dilma for iminente, ela fecha o cerco sobre Cunha.
É como se os dois tivessem "a" bomba. Se um soltar, o outro solta. A queda de um é o suicídio do outro! Aí se estabelece um clima de "paz armada", igual nos tempos da Guerra Fria, com trocas de ameaças e nenhuma detonação.
Bom, ainda bem que nem americanos nem soviéticos lançaram bombas um em cima do outro, na época da Guerra Fria... Mas a analogia para por aí e sabe o que vai acontecer? Nem um, nem outro! A merda continua!
Neste ponto, uma vez que se Dilma e Cunha lançarem suas bombas o mundo não irá acabar, eu quero mesmo é ver, de camarote, o circo pegando fogo.
Texto enviado por "O Garçom".
