Na tentativa de aumentar a arrecadação fiscal e equilibrar as contas públicas, o governo estuda legalizar diversas atividades até então marginalizadas pela sociedade.
O governo já havia indicado a intenção de liberar as atividades de jogos de azar como bingos e cassinos. Agora avalia legalizar, regulamentar e, claro, cobrar impostos, das atividades ligadas ao sexo. Passariam a pagar impostos não apenas os prostíbulos, mas também quem está "na pista" e trabalha independente.
Os prostíbulos seriam tributados por uma porcentagem de 10%, incidindo sob o total do faturamento, e as profissionais independentes seriam tributadas com a alíquota de 0,5% por bimbada.
Mas o governo enfrenta uma grande barreira tanto no legislativo quanto no executivo, uma vez que nenhum dos políticos quer que suas mães paguem imposto.
