Um montante aproximado de 140 milhões de reais, recuperado pela justiça
dos esquemas de corrupção na Petrobras, foi devolvido para a estatal
brasileira. Para descontar o cheque foi contratado um Office-boy de confiança
(o mesmo que trabalha para Lulinha nas operações com o BNDES), por 30 milhões. Para
escoltá-lo, outros 30 milhões foram pagos para a empresa “Mão Leve” de
segurança, formada por funcionários da Polícia Legislativa. Dos 80 milhões
restantes, 44 milhões foram usados para cobrir as despesas de alimentação da
equipe, 22 milhões foram pagos em publicidade para cobrir o evento e levantar a
moral das instituições brasileiras, e 14 milhões foram de 10% do garçom.
