sábado, 16 de maio de 2015

Crônicas incertas: A última do pacote



Quando ouvi a expressão pela primeira vez, dizia-se que o Fulano, ou a Sicrana, se sentiam "o último biscoito do pacote". Ok, faz sentido, mas apenas se o biscoito for bom. O problema foi quando o último biscoito se tornou "a última traquinas do pacote"! 

Certo, eu não sabia que porra era "traquinas", mas o óbvio me dizia: era um tipo de biscoito!

Mas o tempo passou, e isso nunca havia voltado a mente até hoje, quando eis que me cai no colo um pacote de...óbvio! 

Não sei se pelo fato de que nunca fui fã de biscoito, ou se talvez pelo desejo de açúcar que se esvai com a idade, apenas hoje experimentei e achei uma grande merda uma traquinas! E olha que... juro...experimentei a última do pacote!

Bom, pelo menos acho que ainda dá para aproveitar a expressão. A última traquinas do pacote é igual aquele político que aparece como salvador da pátria: uma grande porcaria.

Sem Dúvida e Sem Certeza

Sem Dúvida e Sem Certeza