No últimos anos o Brasil experimentou um boom na produção de almas interessadas em se vender ao diabo. Os investimentos federais na compra de apoio político provocaram uma corrida pela venda da almas, o que acabou gerando um imenso excedente.
A elevada oferta de almas fez despencar o preço dessa commodity no inferno, ao ponto de "O Tinhoso" anunciar que não mais comprará almas no mercado futuro. "O inferno é só um!", justificou o tinhoso.
Em Brasília, o maior entreposto comercial de venda de alma ao diabo, estoques intermináveis de almas estão encalhados. A medida do inferno impacta diretamente os nossos políticos, já que a venda de almas no mercado futuro é uma das principais fontes de sobrevivência destes pobres brasileiros batalhadores.
